Evento – Memórias Trabalhistas: Luis Carlos Prestes, por Manoel Dias (27/11)

Palestra sobre Luis Carlos Prestes, por Manoel Dias

Para homenagear as grandes lideranças políticas do Trabalhismo brasileiro, a Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), através do Centro de Memória Trabalhista, vem publicando desde outubro do ano passado a série “Memórias Trabalhistas” – cartilhas de leitura fácil para entendimento e compreensão da vida e a obra desses líderes.

A segunda cartilha elaborada pela FLB-AP homenageou Luís Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança”, resgatando a sua luta pelos excluídos do Brasil e a saga de sua coluna que marchou pelo interior do Brasil para denunciar injustiças da elite que se alternou no poder, na República velha, trabalhando contra os reais interesses do povo brasileiro. Mostra, também, a aproximação de Prestes ao Trabalhismo e ao PDT, do qual se tornou presidente de honra.

Apresentado por Manoel Dias, atual presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, ex-ministro do Trabalho e quadro histórico do PDT, o evento será uma palestra apresentando a vida e obra de Luis Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança”.

As cartilhas serão distribuídas gratuitamente aos presentes.

** FAVOR SE INSCREVER PARA O EVENTO NO LINK ABAIXO**
https://goo.gl/443v2L

O evento é organizado conjuntamente pela Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP) e PDT Sindical

Evento: Lançamento da Juventude Socialista do Vale do Paraíba (15/11)

Juventude Socialista de São José dos Campos (PDT) faz evento de inauguração com a presença de Gabriel Cassiano e Tabata Amaral

EVENTO DE LANÇAMENTO DA JUVENTUDE NA REGIÃO DO VALE DO PARAÍBA

Data: 15/11
À partir das 13:30

No evento, serão apresentados os membros fundadores da Juventude Socialista de São José dos Campos e quais os projetos que estão sendo desenvolvidos para a cidade e região.

Estarão presentes lideranças Estaduais e Municipais da Juventude e do PDT para falar sobre suas experiências como candidatos jovens e suas campanhas para deputado(a) estadual em 2018, como o Presidente da JS da cidade de São Paul, Gabriel Cassiano e a candidata Malu Molina.

Além disso teremos também:
-Apresentações musicais
-Exposição de Arte
-Sarau com roda de conversa
-Batalha de rap
-E um bom e velho churrasco colaborativo (Interessados em participar trazer carne ou bebida)

Participe e faça parte de uma nova forma de fazer política em São José dos Campos!!!

Depois de grande movimentação da População e da Juventude Joseense nas eleições 2018, em especial em torno de nosso candidato a presidência Ciro Gomes e de nossa recém eleita Deputada Federal Tabata Amaral, achamos muito importante não deixarmos a política de lado neste momento critico do país. Por isso, a acreditamos que a Juventude deve estar a frente da política e do processo de renovação política na Cidade.

VOCÊ ESTÁ CONVIDADO, VENHA CONHECER NOSSO PROJETO!

Confirmem presença no evento pelo link
https://www.facebook.com/events/2166174300321284/?ti=as

 

Evento: Corpos Negros Na Comunidade LGBTI (14/11)

Card de evento Lugar de Fala, organizado pelo PDT Diversidade de São Paulo

Por PDT Diversidade

LUGAR DE FALA
Corpos Negros na Comunidade LGBTI+

O mês de novembro é o Mês da Consciência Negra, uma data importante de reflexão e mobilização para a luta do povo negro do nosso país, sobretudo nessa atual conjuntura onde as politicas públicas visando reparações históricas correm grave risco.

A comunidade negra brasileira é diversa: na cultura, na expressão religiosa e nas visões políticas! E sabeM o que também têm nessa diversidade? Manas, Manos babadeirxs da comunidade LGBTI+.

Para falar sobre suas vidas, experiencias e lutas teremos dois convidados que nos orgulham muita por suas trajetórias!

Primeira Confirmação:

Cadu Oliveira, é paulistano, militante LGBTI+ e Negro. Ele é também membro do coletivo A Revolta da Lâmpada e Presidente Municipal do PDT Diversidade – Jundiaí.

Segunda Convidada: EM BREVE! 😉

Organização:
Diretório Municipal do
PDT Diversidade – São Paulo

Da periferia de São Paulo a Harvard, dos EUA para a Câmara Federal

Foto: Vangli Figueiredo

Foto de Tabata Amaral, ativista pela educação e 6a deputada federal mais votada pelo estado de São Paulo (2019/2023)
Por Max Monjardim
05/11/2018

A filha de um trocador de ônibus e uma diarista do Extremo Sul da periferia de São Paulo não imaginaria que, aos 24 anos de idade, teria no currículo um diploma em Ciências Políticas pela Universidade Havard, dos Estados Unidos, e um passaporte cheio de carimbos de vários lugares do mundo. Muito menos que chegaria à Câmara Federal, eleita como a segunda mulher mais votada do Brasil – com mais de 264 mil votos. Mas Tabata Amaral conseguiu, e pelo PDT, vai defender na tribuna da Câmara dos Deputados a Educação pública de qualidade, a quem deve tudo o que conquistou até hoje. Nesta entrevista ao site do PDT Nacional, Amaral conta um pouco de sua história e seus planos no Congresso Nacional.

Tabata desembarcou em Brasília duas semanas depois das eleições – a primeira vez como deputada federal eleita. Na sede do PDT Nacional, onde já participa de reuniões técnicas sobre o processo legislativo, Tabata já sabe quais caminhos seguir: Educação e questões relacionadas aos direitos das mulheres. Foi entre uma reunião e outra que a deputada eleita recebeu a equipe do PDT Nacional e adiantou como vai ser sua atuação.

Quem olha Tabata hoje não imagina o caminho percorrido para chegar ate aqui. Nascida e criada na Vila Missionária, bairro formado na década de 70 basicamente por operários migrantes que chagavam à São Paulo atrás de um futuro melhor, a agora deputada federal estudou em colégio público até os 13 anos. Seu destino foi selado em 2005, quando as escolas públicas passaram a participar da Olimpíada de Matemática. Tabata venceria no ano de estréia e no seguinte, o que lhe renderia uma bolsa integral de estudos e um renomado colégio particular da capital paulista.

“A escola ficava a uma hora e meia de casa. E foi lá que eu ouvi falar, pela primeira vez, em faculdade e que sim, eu poderia fazer uma. É importante ressaltar isso porque na periferia muita gente acha que nem pode cursar uma Universidade. E foi neste mesmo período que comecei a questionar muita coisa, principalmente porque as coisas eram tão desiguais. Foi aí que eu comecei a me engajar com a educação, porque estava muito claro que eu estava ali pela educação, enquanto amigos meus morreram muito jovens, se envolveram com crime muito cedo pela falta de educação”, relembra Tabata.

Como seu sonho era ser astrofísica, Tabata então foi selecionada para a equipe brasileira e participou de cinco competições internacionais, em países como Turquia e China. Ela relembra que era a única mulher e da periferia a participar dos campeonatos, e então resolveu mergulhar no universo do ativismo. Seu desempenho internacional lhe rendeu nada menos do que seis bolsas integrais nas melhores universidades americanas.

“Quando fiz as provas, meu inglês era muito fraco, mas mesmo assim as universidades americanas não olharam apenas isso. O peso pelo caminho percorrido é mais importante que a fluência na língua, e este é um dos quesitos que vou batalhar para implantar no Brasil. Se as universidades brasileiras levassem isso em conta, o perfil de quem entra seria completamente diferente”, ressalta.

Apenas quatro dias depois de ganhar as bolsas, seu pai faleceu por questões ligadas à dependência química. Tabata enxergou, naquele momento, que o mundo conspirava para “me colocar no meu lugar, mostrar que eu vinha da periferia e que aquilo tudo não era o meu lugar”, e negou todas as bolsas. Nesta altura já cursava Física na USP, e decidiu então abandonar os estudos e trabalhar. Mas, graças aos seus professores – cujo olhos mareiam quando relembra – Tabata resolveu aceitar a bolsa de Havard em Astrofísica e seguir seu destino.

“Foram meses até os meus professores me convencerem que eu deveria ir. Eles não me convenceram dizendo que eu era boa ou que eu ia dar conta, eles falaram que se eu não fosse eu iria carregar o peso pela primeira pessoa de periferia que teve essa oportunidade e não foi, com a consequência de que uma galera ia achar que não é pra eles”, enfatiza.

Em Havard, em contato com pessoas de várias partes do mundo e com realidades muito próximas à sua que Tabata, então, resolveu dar uma, digamos, grande guinada e partir para o curso de Ciências Políticas, deixando a Astrofísica como opção secundária, o que também lhe rendeu diploma nesta faculdade. Ela queria entender porque a desigualdade ainda é tão grande no mundo.

No retorno ao Brasil, foi uma das fundadoras dos movimentos “Acredito” e “Mapa da Educação”, o que lhe rendeu estudos aprofundados sobre a Educação em diferentes cidades brasileiras e acompanhamento in loco de ações. Em Sobral – berço político da família Ferreira Gomes – Tabata relembra que foi quando percebeu que o problema da educação do Brasil era muito mais simples de resolver: basta ter vontade política.

“Eu já tive muitas experiências na educação e fica muito óbvio que, quando você está em Salvador e em Sobral, por exemplo, o que falta não é diagnóstico. Eu sei descrever para quem me perguntar o que Sobral fez; não faltam bons exemplos, falta vontade política, e aí começou a acumular em mim uma descrença com a política. Falta ator político – como em Sobral tem – para colocar as soluções em prática. Foi aí que decidi me candidatar. O PDT foi o caminho natural por se tratar do único partido brasileiro que tem, ao longo da sua história, ações concretas na área da educação, principalmente as de Brizola, tanto no Rio Grande do Sul como no Rio de Janeiro”, comenta.

Os próximos passos serão de muito estudo, argumenta Tabata. Recém eleita, ela sabe que vai encontrar pela frente um dos Congressos mais conservadores da história política do Brasil. Neste caso, enxerga, o assunto poderá não entrar na pauta como deveria.

“Muita gente foi eleita sem proposta, negando a política, com discurso de ódio. E o meu papel é cavar espaço para pautas que eu carrego. A gente fala de formação de professores, a gente fala de uma reforma do Fundeb, um modelo do Ceará com gestão, então na minha opinião, as propostas que a gente tem para educação não entram na polarização típica. E qual vai ser o meu desafio? Acho que é sair da discussão rasa, por exemplo, ideologia de gênero, escola sem partido – que eu vou me posicionar muito fortemente contrária – porque falam dos direitos humanos, mas não é o que fazem os alunos aprenderem ou não a ler e a escrever. E se a gente fica só aqui falando sobre isso, as pautas que realmente se fazem necessárias ficaram por trás”.

Bate-papo da Juventude Socialista com Tabata Amaral (12/11)

Card de bate-papo da Juventude Socialista com a deputada federal do PDT SP Tabata Amaral

Segunda-feira teremos um bate-papo da juventude com a 6a deputada mais votada pelo estado de São Paulo e grande promessa de renovação na política, a ativista pela educação Tabata Amaral!

A reunião é aberta, portanto, podem convidar as amigas e os amigos. Esperamos vocês lá 🙂

Confirmem presença no link do evento: https://www.facebook.com/events/1917891724954792/

O evento também será transmitido pela página do PDT SP – Capital

Biografia:

Tabata Amaral é cientista política, ativista pela educação e deputada federal eleita pelo PDT-SP, sendo a 6° mais votada. É co-fundadora dos movimentos Mapa Educação e o Acredito

Moradora da Vila Missionária, periferia de São Paulo, filha de um cobrador de ônibus e uma bordadeira, Tabata teve a sua vida transformada pela educação. Estudou Ciência Política e Astrofísica nos Estados Unidos. Mesmo com a possibilidade de ficar lá fora, Tabata decidiu voltar ao Brasil para lutar por um país com oportunidades iguais, para que todos possam sonhar e ser o que quiser, independente de onde nasceram.

Juventude Socialista da cidade de São Paulo realiza 1a reunião de formação política

Reunião de formação política da Juventude Socialista da cidade de São Paulo

Após fazer um balanço das eleições e receber os novos membros, a Juventude Socialista da cidade de São Paulo (JS/PDTSP) tirou a sexta-feira de feriado (02) para falar sobre como será o processo de formação militante na maior cidade do país.

Conduzida pelo secretário de formação da juventude, Gabriel Inglez (23), estudante de Ciências Sociais da PUC/SP, a reunião teve como pauta principal a avaliação das ações da juventude na capital e traçar novas estratégias de diálogo com a população, principalmente nas periferias, que deram majoritariamente o seu voto ao presidente eleito Jair Bolsonaro.

“Entender o fenômeno Bolsonaro é fundamental para que possamos ter uma ação militante mais efetiva. A esquerda perdeu a mão do diálogo com as bases, não soube se comunicar direito e, por isso, acabou prosperando uma ideologia de negação”, colocou Inglez para os presentes.

Estiveram presentes mais de 50 pessoas, que conjuntamente elaboraram uma proposta de formação ideológica que será encaminhada para o PDT da cidade. Também foi criado um grupo de estudos trabalhistas no WhatsApp, aonde serão estudados e elaborados conteúdos com a temática e notas sobre a conjuntura política.

 

 

PDT declara apoio a Marcio França (PSB) para o segundo turno

15/10/2018
Márcio França e Carlos Lupi em declaração de apoio do PDT ao PSB em São Paulo, no Sindpd

O PDT de São Paulo declarou nesta segunda-feira (15) apoio formal à candidatura do atual governador Márcio França para a disputa do Palácio dos Bandeirantes nesse segundo turno. O apoio foi formalizado numa reunião no Sindicato em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação (Sindpd) que contou com a presença de França , membros da executiva estadual e militantes do PDT e PSB do estado.

 

Recebido pelo presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, os candidatos ao governo Marcelo Cândido e Gleides Sodré, e ao Senado, Antônio Neto, e também os deputados eleitos Tabata Amaral (Câmara Federal) e Márcio Nakashima (ALESP), França falou por cerca de 30 minutos aos presentes sobre sua gestão, a importância de sua candidatura e o perigo que João Dória representa para São Paulo.

“Eu perguntei para o Dória 43 vezes: Dória, se você for o prefeito, você continuará sendo o prefeito daqui a dois anos e não disputará o governo do estado? E ele me disse, ‘Márcio, eu jurou pelo meu pai que não’,” disse França.  Confira sua fala completa no vídeo abaixo:

 

Veja a carta de compromisso assinada entre PDT e PSB

BALANÇO DAS ELEIÇÕES

Antes da chegada do governador, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, também aproveitou a oportunidade para fazer um breve balanço das eleições, falando que o partido atingiu a cláusula de barreira (1,5% dos votos) nos 27 estados da federação e cresceu mais de 40% em relação ao último pleito, com 28 deputados federais eleitos. Em São Paulo, o PDT elegeu a deputada Tabata Amaral e o deputado estadual Márcio Nakashima e ainda aguarda a decisão da justiça para saber se ganha mais um reforço na Câmara Federal com a validação dos votos de Junior Orosco, que pode subir caso haja uma decisão favorável da corte.

Lupi também falou sobre o Partido dos Trabalhadores e a ascensão de Bolsonaro, mas colocou que o partido deve ter compromisso com o povo brasileiro independente de qualquer desavença política: “Foram os erros do PT que criaram o monstro fascista. Porém, há de se ter coerência política e votar 12 + 1. Nós do PDT jamais iremos errar por omissão.”

 

 

PDT rompe com Márcio França e terá chapa pura no estado

Gleise Sodré, presidente da AMT-SP e candidata a vice-governadora por São Paulo, Marcelo Cândido, ex-prefeito de Suzano, deputado estadual e candidato ao governo de São Paulo e Antônio Neto, presidente do PDT da cidade de São Paulo, presidente licenciado da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e candidato ao Senado por São Paulo

Gleise Sodré, presidente da AMT-SP e candidata a vice-governadora por São Paulo, Marcelo Cândido, ex-prefeito de Suzano, deputado estadual e candidato ao governo de São Paulo e Antônio Neto, presidente do PDT da cidade de São Paulo, presidente licenciado da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e candidato ao Senado por São Paulo

O PDT-SP definiu neste domingo (05) que terá uma chapa com candidatos próprios para o pleito de 2018. Com isso, o partido passa a ter como candidato para o governo o ex-prefeito de Suzano, Marcelo Cândido, tendo como vice a presidente da AMT-SP, Gleides Sodré, e para a vaga do Senado o presidente licenciado da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e do Diretório Municipal de São Paulo, Antônio Neto. A primeira suplência ficará a cargo da vereadora de Cabreúva, Paula Santos.

A decisão de não apoiar o governador Márcio França (PSB) foi tomada dias depois da definição de neutralidade do PSB, o que dificultaria a campanha do presidenciável Ciro Gomes no maior pátio eleitoral do país. Com a decisão, o PDT passa a ter palanque próprio no estado. Outro fator de destaque para a decisão foi o não-cumprimento do que já se havia registrado em ata para o cumprimento do acordo: a vaga de vice ou uma vaga para o senado na chapa de França.  Como colocou o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, “Nossa precondição na convenção, está lá em ata, é que nós indicássemos o vice ou o senador”, disse.

Carlos Lupi
Carlos Lupi, presidente nacional do PDT Foto: Marcio Fernandes/Estadão

 

Tudo o que você precisa saber sobre registro de candidatura

Publicado pelo TSE

Veja os documentos necessários aqui

Os partidos políticos e coligações formadas para a disputa nas Eleições de 2018 terão até as 19h de 15 de agosto para requerer à Justiça Eleitoral os registros dos candidatos escolhidos nas convenções partidárias. Para terem os registros deferidos pelos Tribunais Eleitorais os candidatos a presidente da República, a senador, a governador de Estado, a deputados federal, estadual ou distrital devem cumprir todas as condições de elegibilidade e não incorrer em nenhuma das causas de inelegibilidade previstas na legislação eleitoral (Lei Complementar n° 64/90). As eleições estão marcadas para o dia 7 de outubro, em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, nos casos de segundo turno.

Entre as dez resoluções aprovadas em dezembro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as regras que vigorarão para as Eleições de 2018, está a que trata dos procedimentos de escolha e registro de candidatos para o pleito. Pelo texto, as condições de elegibilidade e as causas de inelegibilidade do postulante a candidato deverão ser verificadas no momento da formalização do pedido de registro da candidatura, ressalvadas as alterações, de fato ou jurídicas, posteriores ao registro que afastem a inelegibilidade.

Pela resolução, os partidos e as coligações deverão requerer os registros dos candidatos a presidente e vice-presidente da República no TSE. Os candidatos a governador e vice-governador, a senador e respectivos suplentes, e a deputado federal, estadual ou distrital deverão ser registrados nos Tribunais Regionais Eleitorais.

A escolha de candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações deverão ocorrer no período de 20 de julho a 5 de agosto de 2018, obedecidas as normas estabelecidas no estatuto partidário, lavrando-se a respectiva ata e a lista de presença em livro aberto e rubricado pela Justiça Eleitoral.

Elegibilidade

Pelo texto, qualquer cidadão pode almejar investidura em cargo eletivo, respeitadas as condições constitucionais e legais de elegibilidade e de incompatibilidade, desde que não incida em quaisquer das causas de inelegibilidade.

São condições de elegibilidade, na forma da lei: a nacionalidade brasileira; o pleno exercício dos direitos políticos; o alistamento eleitoral; o domicílio eleitoral na circunscrição em que pretende concorrer; a filiação partidária, idade mínima para o cargo pretendido, entre outros requisitos. É proibido o registro de candidatura avulsa, ainda que o cidadão tenha filiação partidária.

Para concorrer às eleições, o candidato deverá possuir domicílio eleitoral na respectiva circunscrição e estar com filiação deferida pelo partido político seis meses antes do pleito. São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos. E, também, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do presidente da República, de governador de estado ou do Distrito Federal ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição; e os que se enquadrarem nas hipóteses previstas na Lei de Inelegibilidade (Lei Complementar nº 64/1990).

Requerimento

O formulário de Requerimento de Registro de Candidatura (RRC) deve ser apresentado com relação atual de bens; certidões criminais fornecidas pela Justiça Federal de 1º e 2º graus da circunscrição na qual o candidato tenha o seu domicílio eleitoral; pela Justiça Estadual de 1º e 2º graus da circunscrição na qual o candidato tenha o seu domicílio eleitoral; e pelos Tribunais competentes, quando os candidatos gozarem foro por prerrogativa de função; prova de alfabetização; prova de desincompatibilização, quando for o caso; e cópia de documento oficial de identificação.

A quitação eleitoral deverá abranger exclusivamente o pleno gozo dos direitos políticos, o regular exercício do voto, o atendimento a convocações da Justiça Eleitoral para auxiliar os trabalhos relativos ao pleito, a inexistência de multas aplicadas, em caráter definitivo, pela Justiça Eleitoral e não remitidas, e a apresentação de contas de campanha eleitoral.

Impugnações de registro

A resolução estabelece que cabe a qualquer candidato, partido político, coligação ou ao Ministério Público Eleitoral, no prazo de cinco dias, contados da publicação do edital relativo ao pedido de registro, impugná-lo em petição fundamentada. A impugnação, por parte do candidato, do partido ou da coligação não impede a ação do Ministério Público Eleitoral no mesmo sentido. A impugnação ao registro de candidatura exige representação processual e será peticionada diretamente no Processo Judicial Eletrônico (PJe). O impugnante deve especificar, desde logo, os meios de prova com que pretende demonstrar a veracidade do alegado, listando testemunhas, se for o caso, no máximo de seis.

O texto dispõe ainda que qualquer cidadão no gozo de seus direitos políticos pode, no prazo de cinco dias contados da publicação do edital relativo ao pedido de registro, dar notícia de inelegibilidade ao Tribunal Eleitoral competente, mediante petição fundamentada. A notícia de inelegibilidade pode ser apresentada diretamente no PJe.

A resolução é enfática ao afirmar que constitui crime eleitoral a arguição de inelegibilidade ou a impugnação de registro de candidato feita por interferência do poder econômico, desvio ou abuso do poder de autoridade, deduzida de forma temerária ou de manifesta má-fé, incorrendo os infratores na pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.

O Tribunal formará sua convicção pela livre apreciação da prova, atendendo aos fatos e às circunstâncias constantes dos autos, ainda que não alegados pelas partes, mencionando, na decisão, os que motivaram seu convencimento.

Ainda que não tenha havido impugnação, o pedido de registro deve ser indeferido quando o candidato for inelegível ou não atender a qualquer das condições de elegibilidade.

O candidato cujo registro esteja sub judice pode efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome mantido na urna eletrônica enquanto estiver sob essa condição.

Após decidir sobre os pedidos de registro e determinar o fechamento do Sistema de Candidaturas, os Tribunais Eleitorais devem publicar no Diário de Justiça Eletrônico (DJe) a relação dos nomes dos candidatos e respectivos números com os quais concorrerão nas eleições, inclusive daqueles cujos pedidos indeferidos estiverem em grau de recurso.

EM/RC

PDT define apoio ao governador Márcio França para Palácio dos Bandeirantes

27/07/2018

(Fotos: Vinicius Costa Martins)
Com mais de 500 pessoas presentes, a Convenção Estadual do PDT-SP ratificou seu apoio ao governador Márcio França, do PSB, para a disputa do Palácio dos Bandeirantes em 2018. O evento, que teve a participação especial do governador e do candidato do PDT para a Presidência da República, Ciro Gomes, contou com ampla presença militante dos pedetistas do estado. Estiveram presentes as principais lideranças do PDT do estado, assim como de seus pré-candidatos para o pleito desse ano, que contaram com momentos de fala para falarem sobre seus projetos de legislatura.

Inspirado, Ciro Gomes fez um discurso emocionante sobre a situação do Brasil e do estado de São Paulo. Veja: