PDT rompe com Márcio França e terá chapa pura no estado

Gleise Sodré, presidente da AMT-SP e candidata a vice-governadora por São Paulo, Marcelo Cândido, ex-prefeito de Suzano, deputado estadual e candidato ao governo de São Paulo e Antônio Neto, presidente do PDT da cidade de São Paulo, presidente licenciado da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e candidato ao Senado por São Paulo

Gleise Sodré, presidente da AMT-SP e candidata a vice-governadora por São Paulo, Marcelo Cândido, ex-prefeito de Suzano, deputado estadual e candidato ao governo de São Paulo e Antônio Neto, presidente do PDT da cidade de São Paulo, presidente licenciado da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e candidato ao Senado por São Paulo

O PDT-SP definiu neste domingo (05) que terá uma chapa com candidatos próprios para o pleito de 2018. Com isso, o partido passa a ter como candidato para o governo o ex-prefeito de Suzano, Marcelo Cândido, tendo como vice a presidente da AMT-SP, Gleides Sodré, e para a vaga do Senado o presidente licenciado da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e do Diretório Municipal de São Paulo, Antônio Neto. A primeira suplência ficará a cargo da vereadora de Cabreúva, Paula Santos.

A decisão de não apoiar o governador Márcio França (PSB) foi tomada dias depois da definição de neutralidade do PSB, o que dificultaria a campanha do presidenciável Ciro Gomes no maior pátio eleitoral do país. Com a decisão, o PDT passa a ter palanque próprio no estado. Outro fator de destaque para a decisão foi o não-cumprimento do que já se havia registrado em ata para o cumprimento do acordo: a vaga de vice ou uma vaga para o senado na chapa de França.  Como colocou o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, “Nossa precondição na convenção, está lá em ata, é que nós indicássemos o vice ou o senador”, disse.

Carlos Lupi
Carlos Lupi, presidente nacional do PDT Foto: Marcio Fernandes/Estadão